Últimas notícias

(05/03/2007) John McCain, entra na corrida presidencial americana
(05/03/2007) Health Care For All participa da 1ª Feira Brasileira de Saúde, em Framingham
(05/03/2007) Brasileiro procurado dá golpe em Bridgeport
(05/03/2007) Morre na prisão em Londres suspeito de matar brasileiro
(05/03/2007) Unique Smile Dental Associates, criando sorrisos radiantes

[1] [2] [3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10] [11] [12] [13] [14] [15] [16] [17] [18] [19] [20] [21] [22] [23] [24] [25] [26] [27] [28] [29] [30] [31] [32] [33] [34] [35] [36] [37] [38] [39] [40] [41] [42] [43] [44] [45] [46] [47] [48] [49] [50] [51] [52] [53] [54] [55] [56] [57] [58] [59] [60] [61] [62] [63] [64] [65] [66] [67] [68] [69] [70] [71] [72] [73] [74] [75] [76] [77] [78] [79] [80] [81] [82] [83] [84] [85] [86] [87] [88] [89] [90] [91] [92] [93] [94] [95] [96] [97] [98] [99] [100] [101] [102] [103] [104] [105] [106] [107] [108] [109] [110] [111] [112] [113] [114]
Você tem uma notícia interessante ?
Mande para nós!
agitto@agitto.com
Apoio
John McCain, entra na corrida presidencial americana
Da redação
O senador John McCain anunciou que disputará a candidatura do Partido Republicano nas eleições presidenciais de 2008 nos Estados Unidos, uma decisão que desagrada a ala mais conservadora da legenda de George W. Bush.

"Antecipo aqui que, em abril, anunciarei formalmente que sou candidato à Presidência dos Estados Unidos", disse na noite desta quarta-feira McCain, de 70 anos, no "Late Show with David Letterman", um programa de humor e entrevistas na TV.

O republicano, nascido no que era a região do Canal do Panamá controlada pelos Estados Unidos, está no Senado desde 1986 e foi o principal adversário de George W. Bush na disputa pela candidatura presidencial republicana em 2000.

No principal ponto do atual debate político nos Estados Unidos, McCain criticou o Governo Bush por não ter enviado mais soldados ao Iraque no momento da invasão, em 2003. Agora, apóia a idéia do presidente de aumentar a força militar no país árabe.

"Os americanos estão muito frustrados e têm todo o direito de está-lo", disse McCain a Letterman. "Desperdiçamos muito de nosso tesouro mais precioso, as vidas de americanos", acrescentou.

As pesquisas de opinião mostraram durante mais de três anos McCain como o candidato com mais chances dentro do Partido Republicano, mas nos últimos meses ganhou força a possível candidatura do ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani.

Nenhum dos dois candidatos tem a simpatia dos setores mais conservadores que formam a base de apoio da atual Administração.

Esse distanciamento deve-se ao fato de tanto McCain como Giuliani serem "moderados" em questões como o aborto e a legalização dos casais homossexuais.

Pesquisa do jornal "The Washington Post" e da rede de televisão "ABC" divulgada na semana passada indicou que Giuliani contava com 44% do apoio dos possíveis eleitores republicanos, contra 21% de McCain.

Além de McCain e Giuliani, disputarão a candidatura republicana o senador Sam Brownback (Kansas) e os ex-governadores Mitt Rommey (Massachusetts), James Gilmore (Virgínia) e Tommy Thompson (Wisconsin).

Também podem entrar na luta para representar o partido nas eleições presidenciais de 2008 o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee (Arkansas) e o ex-presidente da Câmara de Representantes (deputados) Newt Gingrich.

McCain é o único dos pré-candidatos presidenciais republicanos que não aceitou o convite para falar, esta semana em Washington, na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, sigla em inglês), que reúne milhares de dirigentes e grupos de direita.

"A ausência da reunião da CPAC é um erro para qualquer candidato republicano", afirmou Craig Shirley, veterano militante do partido e historiador de Ronald Reagan.

"Qualquer político republicano que não entenda isto e a importância desta conferência não compreende o conservadorismo", avaliou.

McCain é filho e neto de almirantes da Marinha americana, e seguiu a tradição familiar servindo como piloto naval durante a Guerra do Vietnã, país onde passou cinco anos e meio preso.

A um ano das eleições primárias e 20 meses das presidenciais, o panorama também não é claro no Partido Democrata, no qual há quase dez de pré-candidatos.

As pesquisas, por enquanto, mostram a senadora Hillary Clinton (Nova York) e o senador Barack Obama (Illinois) na liderança da corrida pela candidatura.