RECEITA DE SUCESSO
25 ANOS PARA TODAS AS ASSINATURAS NOS TRATADOS DOS PAÍSES QUE O ÓRGÃO DESEJA DEFENDER, SE AO LONGO DOS 25 ANOS O ÓRGÃO ADMININSTRADOR CONSEGUIR A ASSINATURA DA ESMAGADORA MAIORIA, 80%, PODE CONCEDER A PERMANÊNCIA NA ATIVIDADE MILITAR OCIDENTAL.
O Centro de Estudos Luso-Portugueses, no BCC em Fall River, trouxe no início do mês de Março, Luís Manuel Vieira de Andrade, Pró-Reitor para a mobilidade e coorporação, pela Universidade dos Açores, para aprofundar esclarecimentos sobre a relação açores x USA focada na amplitude dos serviços militares norte-americanos, como a abertura do ciclo de atividades culturais 2006, iniciado no dia 4.A imprevisibilidade nas Relações Internacionais continua sendo a principal marca desse período sobre os Açores, constata-se que as Relações Transatlânticas e a nova arquitetura de segurança e defesa européia que começa à se desenhar no cenário internacional político-militar. O principal objectivo da política externa norte-americana tem sido tradicionalmente o de dominar o hemisfério ocidental, não permitindo que outra grande potência viesse a controlar a Europa ou o Nordeste asiático.
A cultura estratégica européia tem em sua essência na importância concedida à negociação, à diplomacia, aos laços comerciais e ao Direito Internacional, em detrimento da utilização da força, da coação e da unilateralidade, o que nós devemos começar a defender através de um órgão de segurança ocidental, desde que baseados nos tratados e acordos já assinados pelos países que se pretenda defender e cooperar.
Os assuntos relacionados com a Defesa são, por um lado caracterizados por um reduzido conteúdo legislativo, mas, por outro, por uma elevada carga diplomático-militar.
Os Estados-nação, ainda são uma realidade política incontornável na Europa e, por consequência, torna-se mais difícil a aplicação dos modelos clássicos de federalismo aos domínios da Segurança e da Defesa.
Diante desta situação, os portugueses se perguntam orgulhosos, como serão vistos os Açores e que papel poderão vir a desempenhar no futuro, ou ainda se o arquipélogo pode ser perspectivado como sendo a defesa avançada dos Estados Unidos, da Europa, e até mesmo como órgão de defesa ocidental, através da aplitude nas atividades da Base de Lajes, na ilha de Terceira. Esse pensamento foca apenas o período “during the war”, que todos já sabem como funcionam, sem pensar nas estratégias para manter essa estrutura de exército ativo “during the peace”, e para além essa defesa avançada também pode representar um escudo, desviando as forças inimigas do primeiro alvo, pondo em risco mais inocentes ainda.
Atualmente, mesmo se pensarmos num sistema geopolítico de segurança e cooperação ocidental, os Estados Unidos se posicionam militarmente como uma flexa, com o alvo em algum lugar do Oriente, sendo que precisamos de seguridade aqui, como um círculo de cooperação e defesas ambientais e sociais; não apenas com o terrorismo, proposta posterior aos primeiros requisitados de “civil rights” (direitos cívis) e meio ambiente, anti-tortura, carcerária. A importância de uma hegemonia na defesa ocidental e a competência dos Estados Unidos é evidente para a sua administração, mas deve ser conectada circundantemente para a preservação com a imediata adesão às responsabilidades pelos tratados ambientais e sociais, todos já assinados pelos países que se pretenda defender, voltados para os períodos “during the peace”, provendo-se inclusive todo o dinheiro arrecadado para a preservação ambiental e sim o controle militar mas também os carcerários, (é mais fácil soltar um indivíduo numa ilha, quando ele comete um crime, do que mantê-lo
preso na comunidade vítima), então o país destina uma verba para cada um preso, com seguridade de direitos civis; o que eu como brasileira ocidental, quero é minhas florestas e favelas vigiadas por satélites, mas se você ficar com todos os meus presos, também me alivia espaço e ele pode então estar sendo bem acomodado, sem tortura por causa da anterior assinatura de adesão à todos os contatos.
Um órgão de defesa e coorporação ocidental; como estão pedindo os
portugueses açorianos devem sim acontecer, mas abrangendo sim uma maior amplitude as possíveis consequências dos fatos.
Primeiramente não confundir empresas com os termos populacionais dos países, MAS o comércio de armas deve ser vendido, fiscalizado e
contabilizado pelo órgão de segurança bem como suprimentos básicos, por que precisa sobreviver além de automaticamente e como órgão escoador à receber por todas as recoser ambientais dos ONGs.
Não queremos essa coesão ou junção social ocidental na forma de comércio, porque aí estaremos falando de grandes empresas e não de poputação de todos esses países; a perspectiva de seguridade americana é boa, desde que tenha como caractística do órgão fiscalizador a imediata adesão à todos os Tratados Assinados pelos países que se pretendem defender.
Por isso defendo sim uma administração militar americana, organizada nas dimensões ocidentais, como um endorsement num cargo provisório de 25 anos, antes de se tornar permanente, tendo tempo com isso de se discutir localmente as potencialidades militares e preservativas de cada país ou bloco, bem como a avaliação de defesa dos Estados Unidos, também o momento que este pode desistir do acordo.
Sim, estamos empolgados com a base, que deve-se voltar interesses aéreos para a preservação ambiental da região e a facilitação das viagens entre as ilhas, para quem não mora nelas, coisas que os turistas, público e até o conselheiro Pacheco insiste em cobrar esta insenção de tarifas, como
principal concern do lado de cá das relações açores x usa.
Todavia, tudo depende da boa vontade dos democratas, únicos governantes que podem fazer reformas e ajustes militares, e por quê: simplismente porque o mundo sabe que eles não pensam nisso, focados a aquisição de imóveis, o que gera o equilíbrio necessário, para trazermos exército de administração
americana de volta, já para a missão de amplitude ocidental vias ambientais e sociais, através do endorsement dos tratados já assinados por cada país, ou bloco que se pretende defender no provisório sistema de defesa ocidental.
Para ocuparmos nossos exércitos durante a paz, precisamos que eles estejam compromissados para a preservação dos nossos tratados civis, ambientais, contra catástrofes, torturas, etc... e não só esse recente problema do terrorismo. Já sabemos que essa capacidade de ataque dos Estados Unidos, tem se mostrado a mais eficiente, mas por outro lado a defesa norte-americana tem se mal-administrado até mesmo catástrofes natural sobre no próprio país, como New Orleans e uma vasta região devastadas pelo Katrina.
Essa estrutura de defesa avançada dos Estaods Unidos, na Base de Lajes, também pode representar um escudo, que desvia as forças inimigas do primeiro alvo.
A criação do òrgão de desefa e coorporação ocidental, é a melhor estratégia para o retorno dos nossos exércitos, já missionados para o endorçamento dos tratados já assinados, por cada país que o órgão pretenda prover segurança, mas este tem que se predender a servir a livre reflexo social das necessidades de defesa e coorperação que também são outras, muito diferentes do ataque.
Danielli Lemos |